Rentabilidade e lucratividade: qual a diferença?

No mundo dos investimentos, é comum se deparar com diversos termos e conceitos que influenciam direta ou indiretamente nas aplicações. Um deles é o termo “rentabilidade”.

E ao falar em rentabilidade, é comum que haja a confusão com  o termo “lucratividade”. No entanto, essas duas palavras apresentam muitas características distintas.

O que é rentabilidade?

rentabilidade

Entender o que é a rentabilidade é um passo importante para a performance de uma carteira de investimentos e até mesmo, na hora de criar uma estratégia de diversificação.

E além disso, mesmo que em grande maioria a rentabilidade de investimentos seja encarada em uma única forma, é necessário saber que existem diversos modelos que podem incidir sobre as aplicações financeiras.

De forma simplificada, o índice de rentabilidade nada mais é do que o retorno financeiro em relação à quantia que foi investida. Ou seja, o rendimento total ao final do investimento.

Por exemplo, se você investiu o valor de R$2 mil e, ao final do prazo de aplicação, o montante disponível seja de R$3 mil, significa dizer que o rendimento obtido no valor aplicado foi de 50%.

Assim, uma das razões para conhecer sobre o rendimento antes de começar a investir efetivamente, sendo essencial ter uma base de conhecimento sobre as opções de rentabilidade disponíveis em mercado.

Dessa forma, é possível tomar decisões que sejam mais condizentes com os seus objetivos, limites, disponibilidades financeiras e outras variáveis.

Quais são os tipos de rentabilidade?

Para além das modalidades, existem três tipos de rendimento que podem ser encontrados nos investimentos, são eles:

  • Nominal: o rendimento nominal é o valor bruto que o investimento conseguiu em um determinado período de tempo;
  • Líquido: o rendimento líquido é a rentabilidade nominal depois de descontadas as taxas e impostos incidentes;
  • Real: o rendimento real é quanto o investimento, efetivamente rendeu, depois de descontada a variação da inflação.

As modalidades também podem ser enquadradas como três principais, sendo mensal ou anual, por exemplo:

  • Prefixada: o investidor sabe o valor da rentabilidade sobre a quantia aplicada desde o momento de investimento;
  • Pós-fixada: sofre variações durante o percurso de investimento e, por conta disso, é impossível prever o seu movimento exato com o passar do tempo de aplicação;
  • Híbrida: mescla o rendimento prefixado com o pós, dessa forma, é possível somar o índice escolhido à uma taxa pré-determinada do investimento.

Qual a diferença de rentabilidade e lucratividade?

Pense da seguinte forma: rendimento é o que gera, lucro é o que você leva.

Ou seja, mesmo que uma determinada aplicação tenha rendido, por exemplo, R$1 mil, se no final de tudo, ao pagar taxas, impostos e afins, sobrar o valor de R$500, esse valor é o que “vai com você”.

Muitos investidores, não apenas os iniciantes, prendem-se a ideia de olhar o rendimento para buscar a melhor opção de aplicação, mas não é apenas a esse fator que devem estar atentos.

Inclusive, algumas opções de investimentos indicam uma rentabilidade menor. No entanto, ao final do período de resgate, possuem um lucro maior, devido a baixa incidência de taxas.

Fatores que influenciam na rentabilidade do seu investimento

Existe uma relação próxima no mundo dos investimentos entre o risco e retorno. Isso significa dizer que: na maioria das vezes, quanto mais um investimento é arriscado, maiores são as chances de alcançar uma rentabilidade significativa.

Como exemplo, as ações que são produtos de renda variável e, por conta disso, apresentam maior chance de perda financeira. Mas, na mesma linha, também oferecem maior rentabilidade.

Já nas opções mais conservadoras, como os títulos de renda fixa, a rentabilidade é bastante inferior. Entretanto, elas apresentam mais segurança quanto ao valor do capital investidor.

Isso não quer dizer que uma opção seja melhor do que a outra, apenas que devem estar bem estruturadas dentro de uma estratégia inteligente de investimentos.

Por isso, ao pensar em rentabilidade, é necessário avaliar todo um contexto de investimentos para conseguir realizar planos de aplicação sustentáveis e realmente lucrativos no médio ou longo prazo.

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O brasileiro é famoso por "não investir”, não sair da zona de conforto, guardar dinheiro na poupança, ou de fazer somente o que o gerente recomendou. Estamos aqui para provar o contrário e ainda fazer isso diversificando!
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